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A inútil tarefa de preocupar-se com a morte na hora da morte

  
O homem que morreu fora de casa no dia 18 de fevereiro de 1546, precisamente há 468 anos, três meses depois de completar 62, deixou viúva uma ex-freira de 47 e órfãos, quatro filhos entre 12 e 19 anos. Ele dizia que “é perigoso e nada adianta ocupar-nos da morte na hora de morrer”. O nome dele é Martinho Lutero, o mais notável dos reformadores da religião da história.

Lutero não morreu em Wittenberg, onde morava, porque, apesar de doente e bastante debilitado, e apesar do inverno rigoroso, achou por bem viajar para Eisleben a fim de tentar apaziguar os dois condes de Mansfield, que, embora fossem irmãos carnais, estavam um contra o outro. A missão foi desgastante, mas bem-sucedida. Os dois condes fizeram as pazes. Depois de pregar pela última vez, Lutero começou a passar mal e desconfiou que poderia morrer ali mesmo. Então brincou com os que estavam ao seu lado: “Eu nasci aqui em Eisleben e aqui fui batizado; até parece que devo ficar aqui”. Os dois médicos que vieram vê-lo nada puderam fazer. Suando muito, Lutero recitava alguns versículos e orava em voz alta. Percebendo que o velho amigo estava para morrer, o pastor Justus Jonas, que havia viajado com ele, perguntou-lhe solenemente: “O senhor quer permanecer fiel a Cristo e à doutrina que pregou?”. Lutero pronunciou um “sim” bem claro e audível. Foi sua última profissão de fé. Pouco depois ele morreu, vítima de uma angina no peito.

O corpo foi levado para Wittenberg. Por todas as localidades pelas quais passava o féretro, os sinos das igrejas dobravam. A cerimônia fúnebre foi realizada na Igreja do Castelo. Quem pregou foi João Bugenhagen, pastor da igreja. Filipe Melanchthon fez, em latim, o discurso memorial. O corpo foi enterrado aos pés do púlpito.

Lutero dizia que “a morte é uma despedida deste mundo e de todas as suas ocupações e, por isso, é necessário que o ser humano organize claramente seus bens temporais”. Apesar de ter feito um testamento e nomeado Catarina von Bora sua herdeira universal, a viúva passou alguns apertos. Ela descosturava as roupas de Lutero para fazer roupas para os meninos e se desfez de alguns pertences supérfluos, como cálices de prata e jóias.

Nota: 
Texto retirado de Conversas com Lutero – história e pensamento, p. 236 a 239. O devocionário da Editora Ultimato para o ano de 2015 será “Faith Alone”, do próprio Martinho Lutero. Aguarde!


ANAJURE e agências evangélicas emitem nota pública sobre a atuação cristã de missões transculturais em terras indígenas brasileiras e os obstáculos criados pelo Poder Público
Escrito em  por ANAJURE. Atualizado em 24/12/2013 10:48h.

Ressaltando a importância do trabalho realizado pelas agências cristãs junto aos índios no Brasil, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) e o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), com o apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos(ANAJURE), emitiram Nota Pública para falar sobre os impedimentos e obstáculos levantados pelo Poder Público que relativizam os direitos constitucionais de liberdade de religião e expressão de missionários e povos indígenas.
O documento traz ao conhecimento da sociedade o crescimento e recrudescimento de políticas públicas e medidas administrativas de organismos estatais que visam a impedir – sem motivos juridicamente aceitáveis para isso – a presença de missionários cristãos entre os povos indígenas, e destaca que através de fatos históricos comprovados em mais de 100 anos de relacionamento com os povos indígenas a característica desta relação tem sido sempre em ajudar social, econômica e politicamente os índios do nosso país.
Nesse sentido, a nota destaca que os trabalhos das agências cristãs, desenvolvidos ao longo de décadas, vão muito além de um mero evangelismo de natureza de catequização, focando-se, assim, em saúde, educação, subsistência e preservação lingüístico-cultural dos povos indígenas. Atualmente, há 257 programas sociais entre as 182 etnias indígenas com presença missionária.
Nos últimos anos, apesar do aumento de restrições à liberdade religiosa de índios e missionários, as agências, sempre buscando o diálogo, tem adotado uma postura meramente defensiva. Mas a partir de agora, com o apoio jurídico da ANAJURE, as agências buscaram de modo mais contundente o resguardo dos seus direitos nos meios políticos e jurídicos nacionais e internacionais, porque não se pode descartar um trabalho sério de décadas de realização de benefícios aos indígenas, simplesmente, por um entendimento ideológico dos grupos que atualmente ocupam o Poder Público.
Para o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, “os canais de diálogo devem permanecer abertos e da parte das agências missionárias sempre assim o foi. Mas o fato é que, em geral, a atitude do do Governo e da FUNAI é, de certa forma, hostil e autoritária. Há flagrantes violações às liberdades civis fundamentais dos indígenas – que, ressalte-se, desejam a presença das missões – e dos missionários. Impedimentos ao livre exercício da liberdade religiosa, da liberdade de expressão e ao desenvolvimento de programas sociais históricos tem acontecido a todo momento, de modo que chegou a hora de acionarmos as instâncias jurídicas do nosso país e de organismos internacionais para buscarmos o resguardo dos nosso direitos e dos indígenas”.

Educação em casa: Câmara dos Deputados debaterá ao vivo com o público na sexta-feira, 24 de maio, às 18h


Você pode desde já enviar suas perguntas, inclusive cobrando o governo sobre as perseguições e proibições contra a educação em casa no Brasil

Julio Severo
Muitas famílias brasileiras estão educando os filhos em casa. Outras têm vontade, mas têm medo da truculência estatal. As motivações para as famílias que conseguem educar são várias:
1. Receio da ideologia marxista, que vem dominando, por imposição estatal, as escolas do Brasil, ameaçando o desenvolvimento mental das crianças.
2. Receio de doutrinações imorais acerca da sexualidade, inclusive ensinos que priorizam e valorizam muito mais o sexo livre, a contracepção e a homossexualidade do que o casamento e fidelidade conjugal.
3. Receio das más influências, que predominam no ambiente de muitas escolas, onde crianças são expostas à violência física e psicológica, drogas, bebidas, cigarros, sexo e prostituição, tornando a socialização escolar um ameaça para a saúde física e psicológica das crianças.
4. Receio de que as crianças saiam mais tarde burras da escola, que está tão ocupada com pesadas e desnecessárias bagagens ideológicas que mal consegue alfabetizar as crianças.
Atualmente, as famílias que optam por educar os filhos em casa e protegê-los de todas as ameaças do ambiente escolar caem nas garras das autoridades. Essas são as mesmas autoridades que não conseguem se mobilizar para tirar centenas de milhares de crianças das ruas e colocá-las a escola, mas fazem questão de tirar crianças de pais amorosos para introduzi-las à força nos presídios escolares.
As autoridades truculentas têm uma desculpa na ponta da língua para sua sistemática violência policial contra as famílias: a educação em casa não é permitida pela atual Constituição brasileira. Isso é verdade, assim como é verdade que essa Constituição foi ardilosamente manipulada por parlamentares esquerdistas em 1988 para proibir o que as constituições anteriores garantiam: a liberdade e o direito das famílias decidirem e controlarem a educação dos filhos, seja na escola ou em casa.
O que você acha? É moralmente correto aceitar que a atual Constituição de 1988 carregue preconceitos e ódios esquerdistas contra as famílias? É moralmente certo que a atual Constituição proíba o que as outras constituições permitiam? Quem deve decidir e controlar a educação das crianças, os pais ou burocratas estatais?
Você concorda com a atitude do governo de proibir e punir pais e mães que escolheram educar os filhos em casa?
Se você quer que o governo deixe essas famílias em paz, participe do debate ao vivo na sexta-feira, 24 de maio, às 18h.
Participe enviando perguntas claras e objetivas: Por que o governo proíbe? Por que o governo pune? Por que permitiram que a Constituição de 1988 fosse deformada nessa área?
Participe, mandando, desde já, esses e outros questionamentos para o telefone gratuito da Câmara dos Deputados: 0800 619 619.
Você pode também mandar suas perguntas e cobranças por email: participacaopopular@camara.leg.br ou pelo Twitter: @participacaopop