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ESTADOS UNIDOS: PIORES DO QUE SODOMA

Billy Graham: Estados Unidos estão piores do que Sodoma

Billy Graham
Anos atrás, minha esposa Ruth estava lendo a versão preliminar de um livro que eu estava escrevendo. Quando terminou uma seção que descrevia a terrível espiral de decadência dos padrões morais dos EUA e a idolatria de adorar falsos deuses como a tecnologia e o sexo, ela chocou-me com a exclamação: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra”.
Billy Graham
Ela estava provavelmente pensando numa passagem de Ezequiel onde Deus diz que destruiu essas cidades. “E esta foi a malignidade de… Sodoma: ela e suas filhas eram arrogantes; tiveram fartura de alimento e viviam sem a menor preocupação; não ajudavam os pobres e os necessitados. Eram altivas e cometeram práticas abomináveis e nojentas diante de mim. Por este motivo Eu as exterminei, como sabes muito bem” (Ezequiel 16:49–50 KJA).
Fico tentando imaginar o que Ruth pensaria dos Estados Unidos se ela estivesse viva hoje. Nos anos desde que ela fez aquele comentário, milhões de bebês foram legalmente abortados e os EUA, em grande parte, não parecem estar nem aí. Os americanos só pensam nos seus próprios prazeres, são arrogantes e não sentem nenhuma vergonha do pecado. Esses pecados são agora emblemas do estilo de vida americano.
Semanas atrás, numa importante cidade do Sul dos EUA, capelães cristãos que atuam em delegacias de polícia receberam ordens de não mais mencionar o nome de Jesus em oração. Reportagens mostraram que durante um recente evento patrocinado pela polícia, a única pessoa que recebeu permissão de orar foi alguém que dirigiu sua oração para “o ser na sala”. Cenas semelhantes são agora comuns em cidades em todas as partes dos EUA.
A sociedade americana está se esforçando para evitar qualquer possibilidade de ofender alguém. Só não se importa de ofender a Deus.


SBB distribuiu quase 8 milhões de Bíblias em 2013

  
A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em seu esforço de tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas, alcançou em 2013 um novo recorde na distribuição de Escrituras: 7.910.360 Bíblias completas distribuídas, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Deste total, foram distribuídas 293.116 em formato digital.
O total de Escrituras – incluindo Bíblias, Novos Testamentos, livretos (contendo partes do texto bíblico, como evangelhos) e folhetos bíblicos – apresentou um aumento de 8,35%, com 265.151.267 de publicações. Neste item, os folhetos ganham destaque, com um aumento de 8,5%, ultrapassando, pela primeira vez na história, o patamar de 250 milhões de exemplares distribuídos.

“Este crescimento é resultado de muitos fatores, entre eles, o forte relacionamento com as igrejas: a SBB foi criada pelas igrejas para servi-las em suas necessidades de Escrituras. Associado a isto, está o nosso esforço em desenvolver publicações que alcancem todos os segmentos da população, de forma a tornar a Bíblia relevante para a vida das pessoas”, pontua o diretor executivo, Rudi Zimmer.

Confira os dados completos no quadro a seguir.

Distribuição de Escrituras em 2013

Tipo de EscrituraQuantidade
Bíblias7.910.360
Novos Testamentos687.333
Livretos3.068.082
Folhetos253.306.600
Diversos178.892
Total265.151.267











Para dar respaldo a este crescimento, a SBB conta com um dos um dos maiores parques gráficos do mundo destinados exclusivamente à produção de Escrituras – a Gráfica da Bíblia, localizada em Barueri (SP) – e um Centro de Distribuição, em Itapevi (SP), além de 10 unidades regionais espalhadas pelas principais capitais do País. “Isto tem propiciado a capilaridade na distribuição de Escrituras, outra aliada nos nossos esforços para levar a Bíblia a todas as pessoas”, complementa Zimmer.

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Com informações da Assessoria de Comunicação da SBB.

A inútil tarefa de preocupar-se com a morte na hora da morte

  
O homem que morreu fora de casa no dia 18 de fevereiro de 1546, precisamente há 468 anos, três meses depois de completar 62, deixou viúva uma ex-freira de 47 e órfãos, quatro filhos entre 12 e 19 anos. Ele dizia que “é perigoso e nada adianta ocupar-nos da morte na hora de morrer”. O nome dele é Martinho Lutero, o mais notável dos reformadores da religião da história.

Lutero não morreu em Wittenberg, onde morava, porque, apesar de doente e bastante debilitado, e apesar do inverno rigoroso, achou por bem viajar para Eisleben a fim de tentar apaziguar os dois condes de Mansfield, que, embora fossem irmãos carnais, estavam um contra o outro. A missão foi desgastante, mas bem-sucedida. Os dois condes fizeram as pazes. Depois de pregar pela última vez, Lutero começou a passar mal e desconfiou que poderia morrer ali mesmo. Então brincou com os que estavam ao seu lado: “Eu nasci aqui em Eisleben e aqui fui batizado; até parece que devo ficar aqui”. Os dois médicos que vieram vê-lo nada puderam fazer. Suando muito, Lutero recitava alguns versículos e orava em voz alta. Percebendo que o velho amigo estava para morrer, o pastor Justus Jonas, que havia viajado com ele, perguntou-lhe solenemente: “O senhor quer permanecer fiel a Cristo e à doutrina que pregou?”. Lutero pronunciou um “sim” bem claro e audível. Foi sua última profissão de fé. Pouco depois ele morreu, vítima de uma angina no peito.

O corpo foi levado para Wittenberg. Por todas as localidades pelas quais passava o féretro, os sinos das igrejas dobravam. A cerimônia fúnebre foi realizada na Igreja do Castelo. Quem pregou foi João Bugenhagen, pastor da igreja. Filipe Melanchthon fez, em latim, o discurso memorial. O corpo foi enterrado aos pés do púlpito.

Lutero dizia que “a morte é uma despedida deste mundo e de todas as suas ocupações e, por isso, é necessário que o ser humano organize claramente seus bens temporais”. Apesar de ter feito um testamento e nomeado Catarina von Bora sua herdeira universal, a viúva passou alguns apertos. Ela descosturava as roupas de Lutero para fazer roupas para os meninos e se desfez de alguns pertences supérfluos, como cálices de prata e jóias.

Nota: 
Texto retirado de Conversas com Lutero – história e pensamento, p. 236 a 239. O devocionário da Editora Ultimato para o ano de 2015 será “Faith Alone”, do próprio Martinho Lutero. Aguarde!