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SBB distribuiu quase 8 milhões de Bíblias em 2013

  
A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em seu esforço de tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas, alcançou em 2013 um novo recorde na distribuição de Escrituras: 7.910.360 Bíblias completas distribuídas, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Deste total, foram distribuídas 293.116 em formato digital.
O total de Escrituras – incluindo Bíblias, Novos Testamentos, livretos (contendo partes do texto bíblico, como evangelhos) e folhetos bíblicos – apresentou um aumento de 8,35%, com 265.151.267 de publicações. Neste item, os folhetos ganham destaque, com um aumento de 8,5%, ultrapassando, pela primeira vez na história, o patamar de 250 milhões de exemplares distribuídos.

“Este crescimento é resultado de muitos fatores, entre eles, o forte relacionamento com as igrejas: a SBB foi criada pelas igrejas para servi-las em suas necessidades de Escrituras. Associado a isto, está o nosso esforço em desenvolver publicações que alcancem todos os segmentos da população, de forma a tornar a Bíblia relevante para a vida das pessoas”, pontua o diretor executivo, Rudi Zimmer.

Confira os dados completos no quadro a seguir.

Distribuição de Escrituras em 2013

Tipo de EscrituraQuantidade
Bíblias7.910.360
Novos Testamentos687.333
Livretos3.068.082
Folhetos253.306.600
Diversos178.892
Total265.151.267











Para dar respaldo a este crescimento, a SBB conta com um dos um dos maiores parques gráficos do mundo destinados exclusivamente à produção de Escrituras – a Gráfica da Bíblia, localizada em Barueri (SP) – e um Centro de Distribuição, em Itapevi (SP), além de 10 unidades regionais espalhadas pelas principais capitais do País. “Isto tem propiciado a capilaridade na distribuição de Escrituras, outra aliada nos nossos esforços para levar a Bíblia a todas as pessoas”, complementa Zimmer.

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Com informações da Assessoria de Comunicação da SBB.

A inútil tarefa de preocupar-se com a morte na hora da morte

  
O homem que morreu fora de casa no dia 18 de fevereiro de 1546, precisamente há 468 anos, três meses depois de completar 62, deixou viúva uma ex-freira de 47 e órfãos, quatro filhos entre 12 e 19 anos. Ele dizia que “é perigoso e nada adianta ocupar-nos da morte na hora de morrer”. O nome dele é Martinho Lutero, o mais notável dos reformadores da religião da história.

Lutero não morreu em Wittenberg, onde morava, porque, apesar de doente e bastante debilitado, e apesar do inverno rigoroso, achou por bem viajar para Eisleben a fim de tentar apaziguar os dois condes de Mansfield, que, embora fossem irmãos carnais, estavam um contra o outro. A missão foi desgastante, mas bem-sucedida. Os dois condes fizeram as pazes. Depois de pregar pela última vez, Lutero começou a passar mal e desconfiou que poderia morrer ali mesmo. Então brincou com os que estavam ao seu lado: “Eu nasci aqui em Eisleben e aqui fui batizado; até parece que devo ficar aqui”. Os dois médicos que vieram vê-lo nada puderam fazer. Suando muito, Lutero recitava alguns versículos e orava em voz alta. Percebendo que o velho amigo estava para morrer, o pastor Justus Jonas, que havia viajado com ele, perguntou-lhe solenemente: “O senhor quer permanecer fiel a Cristo e à doutrina que pregou?”. Lutero pronunciou um “sim” bem claro e audível. Foi sua última profissão de fé. Pouco depois ele morreu, vítima de uma angina no peito.

O corpo foi levado para Wittenberg. Por todas as localidades pelas quais passava o féretro, os sinos das igrejas dobravam. A cerimônia fúnebre foi realizada na Igreja do Castelo. Quem pregou foi João Bugenhagen, pastor da igreja. Filipe Melanchthon fez, em latim, o discurso memorial. O corpo foi enterrado aos pés do púlpito.

Lutero dizia que “a morte é uma despedida deste mundo e de todas as suas ocupações e, por isso, é necessário que o ser humano organize claramente seus bens temporais”. Apesar de ter feito um testamento e nomeado Catarina von Bora sua herdeira universal, a viúva passou alguns apertos. Ela descosturava as roupas de Lutero para fazer roupas para os meninos e se desfez de alguns pertences supérfluos, como cálices de prata e jóias.

Nota: 
Texto retirado de Conversas com Lutero – história e pensamento, p. 236 a 239. O devocionário da Editora Ultimato para o ano de 2015 será “Faith Alone”, do próprio Martinho Lutero. Aguarde!


ANAJURE e agências evangélicas emitem nota pública sobre a atuação cristã de missões transculturais em terras indígenas brasileiras e os obstáculos criados pelo Poder Público
Escrito em  por ANAJURE. Atualizado em 24/12/2013 10:48h.

Ressaltando a importância do trabalho realizado pelas agências cristãs junto aos índios no Brasil, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) e o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), com o apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos(ANAJURE), emitiram Nota Pública para falar sobre os impedimentos e obstáculos levantados pelo Poder Público que relativizam os direitos constitucionais de liberdade de religião e expressão de missionários e povos indígenas.
O documento traz ao conhecimento da sociedade o crescimento e recrudescimento de políticas públicas e medidas administrativas de organismos estatais que visam a impedir – sem motivos juridicamente aceitáveis para isso – a presença de missionários cristãos entre os povos indígenas, e destaca que através de fatos históricos comprovados em mais de 100 anos de relacionamento com os povos indígenas a característica desta relação tem sido sempre em ajudar social, econômica e politicamente os índios do nosso país.
Nesse sentido, a nota destaca que os trabalhos das agências cristãs, desenvolvidos ao longo de décadas, vão muito além de um mero evangelismo de natureza de catequização, focando-se, assim, em saúde, educação, subsistência e preservação lingüístico-cultural dos povos indígenas. Atualmente, há 257 programas sociais entre as 182 etnias indígenas com presença missionária.
Nos últimos anos, apesar do aumento de restrições à liberdade religiosa de índios e missionários, as agências, sempre buscando o diálogo, tem adotado uma postura meramente defensiva. Mas a partir de agora, com o apoio jurídico da ANAJURE, as agências buscaram de modo mais contundente o resguardo dos seus direitos nos meios políticos e jurídicos nacionais e internacionais, porque não se pode descartar um trabalho sério de décadas de realização de benefícios aos indígenas, simplesmente, por um entendimento ideológico dos grupos que atualmente ocupam o Poder Público.
Para o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, “os canais de diálogo devem permanecer abertos e da parte das agências missionárias sempre assim o foi. Mas o fato é que, em geral, a atitude do do Governo e da FUNAI é, de certa forma, hostil e autoritária. Há flagrantes violações às liberdades civis fundamentais dos indígenas – que, ressalte-se, desejam a presença das missões – e dos missionários. Impedimentos ao livre exercício da liberdade religiosa, da liberdade de expressão e ao desenvolvimento de programas sociais históricos tem acontecido a todo momento, de modo que chegou a hora de acionarmos as instâncias jurídicas do nosso país e de organismos internacionais para buscarmos o resguardo dos nosso direitos e dos indígenas”.