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MEAP - MIssão Evangélica de Assistência aos Pescadores - 35 ANOS


Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores (MEAP) comemora 35 anos

Há 35 anos, uma decisão singular deu início a um bonito projeto: apoiar missionários e reunir equipes voluntárias de evangelização e saúde para atender comunidades de pescadores – pessoas simples vivendo da pesca e de pequenas roças, fazendo suas próprias redes e canoas, sem energia elétrica ou contato com o meio urbano. Nascia a Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores (MEAP).

Fundada em Santos, SP, em 1986, a MEAP, organização evangélica interdenominacional, tinha por objetivo atender especificamente as necessidades dos pescadores artesanais, tão isolados e tão pouco evangelizados em todo o litoral brasileiro. Ao longo dos anos, a MEAP viu que podia fazer mais e abraçou com entusiasmo o trabalho entre os ribeirinhos.

Alcançar e servir comunidades é assunto sério para a organização e o seu trabalho envolve a pregação do evangelho, a participação na vida e na experiência das comunidades, a plantação de igrejas, o apoio no desenvolvimento comunitário e isso, sempre, em companhia de amigos, igrejas e organizações como parceiros.

MEAP foi uma grande incentivadora do movimento missionário nas ilhas e costas remotas do Brasil que se formou a partir da década de 1990. Naqueles dias, MEAP escrevia cartas mensais, dirigidas às denominações e centenas de igrejas do litoral. Compartilhava os resultados de suas pesquisas, estratégias missionárias e incentivava as organizações ao pioneirismo entre aquele grupo. Houve muita resposta a essa iniciativa e como resultado mais de 1.700 daquelas comunidades, antes sem esperança, receberam o evangelho e seguem hoje fazendo parte de sua proclamação.

Nestes 35 anos MEAP estabeleceu dezesseis bases missionárias em oito estados brasileiros, apoiou centenas de missionários e contou com a colaboração de mais de 35 mil voluntários.

Para agradecer a Deus por esta história de serviço, MEAP realizará um culto de celebração no dia 19 de abril, às 20h, transmitido remotamente pelo canal da organização no YouTube. E você é convidado!

Para conhecer mais da MEAP acesse o site ou conheça suas atividades no Facebook: meapmissao e no Instagram: @meapmissao.


 

"ENTRETENIMENTO GOSPEL NÃO TRANSFORMA VIDAS..."

Entretenimento gospel não transforma vidas, diz pastor

Renato Vargens prefere ministrar o Evangelho puro e simples quando fala com jovens...
O pastor Renato Vargens ministrou para os adolescentes durante a 17ª Consciência Cristã, evento que aconteceu entre os dias 12 e 17 de fevereiro em Campina Grande (PB), atraindo evangélicos de diversas partes do Brasil e de diferentes denominações.
Em entrevista ao Gospel Prime o pastor revelou que gosta de trabalhar com o público jovem, mas que toma cuidado para falar apenas sobre o Evangelho verdadeiro, sem usar atrativos de entretenimento.
“Eu procuro comunicar a estes a mensagem simples do Evangelho em vez de promover qualquer tipo de entretenimento. Eu não creio que entretenimento gospel produza transformação na vida de quem quer que seja”, disse.
Vargens é pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói (RJ) e recebe convites para ministrar em diferentes igrejas em todo o país e também em outros países do mundo, porém ele segue sempre uma regra: jamais negociar o conteúdo de suas mensagens.
“As Escrituras nos mostram que o ministro do Evangelho não tem direito de pregar outra coisa a não ser Cristo e este crucificado. Então, quando eu vou pro encontro com os jovens ou quando eu vou pregar o Evangelho, ainda que eu possa contextualizar e usar uma linguagem diferenciada, pra comunicar a mensagem, eu jamais negocio o conteúdo porque eu creio que apenas essa mensagem é capaz de produzir transformação na vida do jovem.”
Os anos de ministério e as experiências vividas fazem com que o pastor entenda que ser um jovem cristão nos dias atuais não é mais complicado do que no passado. “O jovem sempre enfrentou as mesmas demandas que nós enfrentamos nos nossos dias. Os problemas inerentes da juventude são os mesmos em todas as gerações”.
A única coisa que tem complicado a vida dos jovens cristãos nos dias de hoje é a relativização dos valores. “A gente vive num tempo altamente complicado onde verdades absolutas foram relativizadas”, diz Renato Vargens que acredita que tais ações produzem a falta de referências que são essenciais para que o jovem consiga viver em sociedade.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Campanha combate “voto do cajado” em igrejas



Chegou mais uma corrida eleitoral na democracia brasileira. Tradicionalmente, as eleições são, para muitas pessoas, os únicos momentos em que se propõem a debater os processos de exercício da política. 
Como observado desde a redemocratização e de forma crescente nos últimos anos, o voto evangélico é um dos componentes de discussão no processo eleitoral. Com o crescimento numérico, a participação mais ativa de atores evangélicos das mais variadas linhas teológicas na política brasileira impõe um desafio de análise sobre a política. 
Preocupada com essa participação, a Rede FALE iniciou na semana passada mais uma versão da Campanha “Fale Contra o Voto de Cajado” (em alusão ao “voto de cabresto”, sistema tradicional de poder, característico do coronelismo). A mobilização pretende ser uma voz ativa, durante o período eleitoral, contra a utilização dos espaços e posições dos líderes das igrejas para a promoção da política e manipulação dos seus membros. FALE é uma rede cristã de pessoas que agem contra a injustiça no país e no mundo, com especial atenção para os aspectos econômicos e seus efeitos na desigualdade e na ampliação da miséria.
Segundo a rede, no Brasil, é um equívoco pensar que simplesmente por “ser crente”, o cidadão já está abençoado para a política. Essa é a concepção que leva milhões de brasileiros a votar no “pastor” ou no “irmão abençoado pelo pastor”. Como consequência, muitos parlamentares são eleitos sem compromisso com a justiça ou a democracia, e sem coerência partidária, programática ou ideológica, e se tornam “despachantes de igrejas” – gente que vota sempre para a expansão do poder de suas igrejas, associações, rádios e empresas.
Caio Marçal, um dos facilitadores da Rede FALE e membro de uma Igreja Batista em Belo Horizonte (MG), explica que, segundo uma pesquisa de 2012, que indicou que aproximadamente 36% dos evangélicos votam somente em candidatos indicados por pastores. “Será mobilizada a rede de parceiros do movimento, que conta com cerca de 35 grupos de várias regiões do país, conscientizando os evangélicos contra a prática ilegítima da manipulação do voto por algumas lideranças eclesiásticas”, afirmou.
O que a campanha condena:
- O uso do poder pastoral para guiar a consciência dos fiéis, como um curral eleitoral, em benefício de qualquer candidato.
- A utilização das Sagradas Escrituras ou de imagens bíblicas de forma capciosa, a fim de legitimar a candidatura de uns e demonizar a candidatura de outros.
- A venda de consciência e dos votos dos membros da igreja a algum candidato, em troca de recompensas materiais concedidas “a liderança, congregação ou denominação.
- A permissão do uso do púlpito como plataforma de propaganda partidária e eleitoreira, ou de apresentação de quaisquer candidatos para fins eleitorais.
- A coação ou ameaça aos subordinados ou membros da igreja para que manifestem inclinações políticas iguais às de seus líderes para eleger candidatos de fora ou de dentro da igreja.
- A transferência da imagem de pastores ou líderes religiosos para candidatos em propaganda eleitoral, afirmando-os como candidatos escolhidos por Deus ou demonizando seus concorrentes.
- Lideranças evangélicas que demonizam opções políticas diferentes das suas, caluniando-as, em vez de ajudarem a fazer o debate sobre as propostas dos candidatos.
-- Texto: Carol Chueire

ESTADOS UNIDOS: PIORES DO QUE SODOMA

Billy Graham: Estados Unidos estão piores do que Sodoma

Billy Graham
Anos atrás, minha esposa Ruth estava lendo a versão preliminar de um livro que eu estava escrevendo. Quando terminou uma seção que descrevia a terrível espiral de decadência dos padrões morais dos EUA e a idolatria de adorar falsos deuses como a tecnologia e o sexo, ela chocou-me com a exclamação: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra”.
Billy Graham
Ela estava provavelmente pensando numa passagem de Ezequiel onde Deus diz que destruiu essas cidades. “E esta foi a malignidade de… Sodoma: ela e suas filhas eram arrogantes; tiveram fartura de alimento e viviam sem a menor preocupação; não ajudavam os pobres e os necessitados. Eram altivas e cometeram práticas abomináveis e nojentas diante de mim. Por este motivo Eu as exterminei, como sabes muito bem” (Ezequiel 16:49–50 KJA).
Fico tentando imaginar o que Ruth pensaria dos Estados Unidos se ela estivesse viva hoje. Nos anos desde que ela fez aquele comentário, milhões de bebês foram legalmente abortados e os EUA, em grande parte, não parecem estar nem aí. Os americanos só pensam nos seus próprios prazeres, são arrogantes e não sentem nenhuma vergonha do pecado. Esses pecados são agora emblemas do estilo de vida americano.
Semanas atrás, numa importante cidade do Sul dos EUA, capelães cristãos que atuam em delegacias de polícia receberam ordens de não mais mencionar o nome de Jesus em oração. Reportagens mostraram que durante um recente evento patrocinado pela polícia, a única pessoa que recebeu permissão de orar foi alguém que dirigiu sua oração para “o ser na sala”. Cenas semelhantes são agora comuns em cidades em todas as partes dos EUA.
A sociedade americana está se esforçando para evitar qualquer possibilidade de ofender alguém. Só não se importa de ofender a Deus.


SBB distribuiu quase 8 milhões de Bíblias em 2013

  
A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em seu esforço de tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas, alcançou em 2013 um novo recorde na distribuição de Escrituras: 7.910.360 Bíblias completas distribuídas, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Deste total, foram distribuídas 293.116 em formato digital.
O total de Escrituras – incluindo Bíblias, Novos Testamentos, livretos (contendo partes do texto bíblico, como evangelhos) e folhetos bíblicos – apresentou um aumento de 8,35%, com 265.151.267 de publicações. Neste item, os folhetos ganham destaque, com um aumento de 8,5%, ultrapassando, pela primeira vez na história, o patamar de 250 milhões de exemplares distribuídos.

“Este crescimento é resultado de muitos fatores, entre eles, o forte relacionamento com as igrejas: a SBB foi criada pelas igrejas para servi-las em suas necessidades de Escrituras. Associado a isto, está o nosso esforço em desenvolver publicações que alcancem todos os segmentos da população, de forma a tornar a Bíblia relevante para a vida das pessoas”, pontua o diretor executivo, Rudi Zimmer.

Confira os dados completos no quadro a seguir.

Distribuição de Escrituras em 2013

Tipo de EscrituraQuantidade
Bíblias7.910.360
Novos Testamentos687.333
Livretos3.068.082
Folhetos253.306.600
Diversos178.892
Total265.151.267











Para dar respaldo a este crescimento, a SBB conta com um dos um dos maiores parques gráficos do mundo destinados exclusivamente à produção de Escrituras – a Gráfica da Bíblia, localizada em Barueri (SP) – e um Centro de Distribuição, em Itapevi (SP), além de 10 unidades regionais espalhadas pelas principais capitais do País. “Isto tem propiciado a capilaridade na distribuição de Escrituras, outra aliada nos nossos esforços para levar a Bíblia a todas as pessoas”, complementa Zimmer.

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Com informações da Assessoria de Comunicação da SBB.

A inútil tarefa de preocupar-se com a morte na hora da morte

  
O homem que morreu fora de casa no dia 18 de fevereiro de 1546, precisamente há 468 anos, três meses depois de completar 62, deixou viúva uma ex-freira de 47 e órfãos, quatro filhos entre 12 e 19 anos. Ele dizia que “é perigoso e nada adianta ocupar-nos da morte na hora de morrer”. O nome dele é Martinho Lutero, o mais notável dos reformadores da religião da história.

Lutero não morreu em Wittenberg, onde morava, porque, apesar de doente e bastante debilitado, e apesar do inverno rigoroso, achou por bem viajar para Eisleben a fim de tentar apaziguar os dois condes de Mansfield, que, embora fossem irmãos carnais, estavam um contra o outro. A missão foi desgastante, mas bem-sucedida. Os dois condes fizeram as pazes. Depois de pregar pela última vez, Lutero começou a passar mal e desconfiou que poderia morrer ali mesmo. Então brincou com os que estavam ao seu lado: “Eu nasci aqui em Eisleben e aqui fui batizado; até parece que devo ficar aqui”. Os dois médicos que vieram vê-lo nada puderam fazer. Suando muito, Lutero recitava alguns versículos e orava em voz alta. Percebendo que o velho amigo estava para morrer, o pastor Justus Jonas, que havia viajado com ele, perguntou-lhe solenemente: “O senhor quer permanecer fiel a Cristo e à doutrina que pregou?”. Lutero pronunciou um “sim” bem claro e audível. Foi sua última profissão de fé. Pouco depois ele morreu, vítima de uma angina no peito.

O corpo foi levado para Wittenberg. Por todas as localidades pelas quais passava o féretro, os sinos das igrejas dobravam. A cerimônia fúnebre foi realizada na Igreja do Castelo. Quem pregou foi João Bugenhagen, pastor da igreja. Filipe Melanchthon fez, em latim, o discurso memorial. O corpo foi enterrado aos pés do púlpito.

Lutero dizia que “a morte é uma despedida deste mundo e de todas as suas ocupações e, por isso, é necessário que o ser humano organize claramente seus bens temporais”. Apesar de ter feito um testamento e nomeado Catarina von Bora sua herdeira universal, a viúva passou alguns apertos. Ela descosturava as roupas de Lutero para fazer roupas para os meninos e se desfez de alguns pertences supérfluos, como cálices de prata e jóias.

Nota: 
Texto retirado de Conversas com Lutero – história e pensamento, p. 236 a 239. O devocionário da Editora Ultimato para o ano de 2015 será “Faith Alone”, do próprio Martinho Lutero. Aguarde!


ANAJURE e agências evangélicas emitem nota pública sobre a atuação cristã de missões transculturais em terras indígenas brasileiras e os obstáculos criados pelo Poder Público
Escrito em  por ANAJURE. Atualizado em 24/12/2013 10:48h.

Ressaltando a importância do trabalho realizado pelas agências cristãs junto aos índios no Brasil, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) e o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), com o apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos(ANAJURE), emitiram Nota Pública para falar sobre os impedimentos e obstáculos levantados pelo Poder Público que relativizam os direitos constitucionais de liberdade de religião e expressão de missionários e povos indígenas.
O documento traz ao conhecimento da sociedade o crescimento e recrudescimento de políticas públicas e medidas administrativas de organismos estatais que visam a impedir – sem motivos juridicamente aceitáveis para isso – a presença de missionários cristãos entre os povos indígenas, e destaca que através de fatos históricos comprovados em mais de 100 anos de relacionamento com os povos indígenas a característica desta relação tem sido sempre em ajudar social, econômica e politicamente os índios do nosso país.
Nesse sentido, a nota destaca que os trabalhos das agências cristãs, desenvolvidos ao longo de décadas, vão muito além de um mero evangelismo de natureza de catequização, focando-se, assim, em saúde, educação, subsistência e preservação lingüístico-cultural dos povos indígenas. Atualmente, há 257 programas sociais entre as 182 etnias indígenas com presença missionária.
Nos últimos anos, apesar do aumento de restrições à liberdade religiosa de índios e missionários, as agências, sempre buscando o diálogo, tem adotado uma postura meramente defensiva. Mas a partir de agora, com o apoio jurídico da ANAJURE, as agências buscaram de modo mais contundente o resguardo dos seus direitos nos meios políticos e jurídicos nacionais e internacionais, porque não se pode descartar um trabalho sério de décadas de realização de benefícios aos indígenas, simplesmente, por um entendimento ideológico dos grupos que atualmente ocupam o Poder Público.
Para o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, “os canais de diálogo devem permanecer abertos e da parte das agências missionárias sempre assim o foi. Mas o fato é que, em geral, a atitude do do Governo e da FUNAI é, de certa forma, hostil e autoritária. Há flagrantes violações às liberdades civis fundamentais dos indígenas – que, ressalte-se, desejam a presença das missões – e dos missionários. Impedimentos ao livre exercício da liberdade religiosa, da liberdade de expressão e ao desenvolvimento de programas sociais históricos tem acontecido a todo momento, de modo que chegou a hora de acionarmos as instâncias jurídicas do nosso país e de organismos internacionais para buscarmos o resguardo dos nosso direitos e dos indígenas”.

Educação em casa: Câmara dos Deputados debaterá ao vivo com o público na sexta-feira, 24 de maio, às 18h


Você pode desde já enviar suas perguntas, inclusive cobrando o governo sobre as perseguições e proibições contra a educação em casa no Brasil

Julio Severo
Muitas famílias brasileiras estão educando os filhos em casa. Outras têm vontade, mas têm medo da truculência estatal. As motivações para as famílias que conseguem educar são várias:
1. Receio da ideologia marxista, que vem dominando, por imposição estatal, as escolas do Brasil, ameaçando o desenvolvimento mental das crianças.
2. Receio de doutrinações imorais acerca da sexualidade, inclusive ensinos que priorizam e valorizam muito mais o sexo livre, a contracepção e a homossexualidade do que o casamento e fidelidade conjugal.
3. Receio das más influências, que predominam no ambiente de muitas escolas, onde crianças são expostas à violência física e psicológica, drogas, bebidas, cigarros, sexo e prostituição, tornando a socialização escolar um ameaça para a saúde física e psicológica das crianças.
4. Receio de que as crianças saiam mais tarde burras da escola, que está tão ocupada com pesadas e desnecessárias bagagens ideológicas que mal consegue alfabetizar as crianças.
Atualmente, as famílias que optam por educar os filhos em casa e protegê-los de todas as ameaças do ambiente escolar caem nas garras das autoridades. Essas são as mesmas autoridades que não conseguem se mobilizar para tirar centenas de milhares de crianças das ruas e colocá-las a escola, mas fazem questão de tirar crianças de pais amorosos para introduzi-las à força nos presídios escolares.
As autoridades truculentas têm uma desculpa na ponta da língua para sua sistemática violência policial contra as famílias: a educação em casa não é permitida pela atual Constituição brasileira. Isso é verdade, assim como é verdade que essa Constituição foi ardilosamente manipulada por parlamentares esquerdistas em 1988 para proibir o que as constituições anteriores garantiam: a liberdade e o direito das famílias decidirem e controlarem a educação dos filhos, seja na escola ou em casa.
O que você acha? É moralmente correto aceitar que a atual Constituição de 1988 carregue preconceitos e ódios esquerdistas contra as famílias? É moralmente certo que a atual Constituição proíba o que as outras constituições permitiam? Quem deve decidir e controlar a educação das crianças, os pais ou burocratas estatais?
Você concorda com a atitude do governo de proibir e punir pais e mães que escolheram educar os filhos em casa?
Se você quer que o governo deixe essas famílias em paz, participe do debate ao vivo na sexta-feira, 24 de maio, às 18h.
Participe enviando perguntas claras e objetivas: Por que o governo proíbe? Por que o governo pune? Por que permitiram que a Constituição de 1988 fosse deformada nessa área?
Participe, mandando, desde já, esses e outros questionamentos para o telefone gratuito da Câmara dos Deputados: 0800 619 619.
Você pode também mandar suas perguntas e cobranças por email: participacaopopular@camara.leg.br ou pelo Twitter: @participacaopop

MCE Avivamento nos Bálcãs, Bósnia para Cristo, missionários Romil e Elaine

O PR. ROMIL COSTA estará na REUNIÃO DO Ministério Por Amor Ao Mundo, dia 11 de Maio de 2013, em João Pessoa/Pb. Veja detalhes em poramoraomundo.blogspot.com

11 DE MARÇO DE 2013 Morre um homem de Deus


Morre um homem de Deus, exemplo para a minha vida e um grande evangelista entre o seu povo. 

 Mebá foi o primeiro a se entregar a Cristo em 1994 na região Konkomba onde trabalhamos em Gana. Era, até então, um influente feiticeiro e adorador do espírito chamado “grumadi”, temido por muitos. Sua conversão surpreendeu a todos (inclusive a nós) e passou a pregar aberta e insistentemente o Evangelho em toda parte. Trouxe a Cristo toda a sua família e muitos amigos, nascendo a igreja na aldeia onde morávamos, Koni. A partir dali outras 47 igrejas foram plantadas ao longo dos anos, inclusive no país vizinho, Togo. 
 O nome de Mebá sempre foi associado a alguém doce, sábio e com profundo amor por Jesus Cristo. Sua casa tornou-se um lugar de evangelização ao construir uma palhoça especificamente para receber visitantes e sistematicamente estudar a Bíblia com eles. Correu pela região o ditado: aqueles que dormem na casa de Mebá acordam convertidos! 

Mebá foi um amigo pessoal que muito me ensinou e inspirou. Ao chegarmos a Koni em 1993, nós o víamos como um potencial perseguidor da causa cristã, por ser conhecido feiticeiro da região. Após sua conversão, porém, tornou-se nosso grande amigo e protetor. Por ter idade de ser nosso pai ele incorporou este papel. Desta forma, Rossana e eu éramos tratados e chamados por ele de filhos, e nossos filhos de netos. Partilhava conosco os primeiros inhames colhidos da terra, como era feito com a família mais próxima, e esteve presente nos apoiando em todas as iniciativas de evangelização naquela região. 
Makandá, filho de Mebá,  ligou-nos hoje dizendo da morte de seu pai. Aproveitou para nos falar que a família está consolada e na paz de Deus “pois sabemos que ele está com Cristo em um lugar onde não há choro”. E que ele partiu com alegria ao ver que a Igreja entre os Konkombas falantes da língua Limonkpeln jamais cresceu tanto como nestes dias. Na cultura daquele povo o tempo é observado de maneira cíclica e não linear, portanto não se contam os anos e a idade é desconhecida. Mebá, imaginamos, deve ter falecido com cerca de 85 anos de idade, o que não é típico para aquela parte da África. Deus o abençoou e fez dele um homem de fé e exemplo para os de perto e de longe. Não contou os anos, mas contou a bondade do Senhor e guardou o seu coração até o dia em que o Pai o chamou. 
 
Há um hino que este povo canta em momentos especiais. Makandá, filho de Mebá, o cantou em sua passagem pelo Brasil anos atrás. Talvez você queira ouvi-lo e ser encorajado por sua letra.

*RONALDO LIDÓRIO

*Ronaldo Lidório é doutor em antropologia e missionário da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais e da Missão AMEM. É organizador de Indígenas do Brasil -- avaliando a missão da igreja e A Questão Indígena -- Uma Luta Desigual.
CRISTÃOS CHINESES SÃO PRESOS POR PREGAR SOBRE O NATAL AO AR LIVRE:

Cerca de 40 policiais de Shenzhen, China, abordaram Cao Nandi e outros oito cristãos, dos quais, sete mulheres, incluindo uma senhora de 70 anos de idade, e os levaram detidos a uma delegacia próxima. O motivo? Eles pregavam sobre o verdadeiro significado do Natal em um parque no sul da cidade.
As mulheres são obreiras do Centro Guanai (Caring) e da Igreja Meilin. O único homem do grupo é membro da Igreja Associação Jovens da Paz.
Quando a esposa de Cao foi até a delegacia de polícia na manhã seguinte, cerca de oito horas depois, foi informada de que não poderia ver o marido.
Cao ama o Senhor apaixonadamente e queria contar aos outros sobre a graça salvadora do Senhor e as Boas Novas do Reino do Céu, mesmo que isso custasse ser odiado por outros e sofrer perseguição. Ele aceitou de bom grado esta punição injusta por compreender a Verdade de Deus e a missão do Pai de salvar as almas perdidas.
De acordo com os últimos relatórios recebidos pela agência de notícias China Aid (Ajuda à China, em tradução livre), todos os detidos já foram liberados.
Segundo Portas Abertas, é importante lembrar que, com a aproximação do Natal, a perseguição do governo aos cristãos deve aumentar. “Devemos orar para que os cristãos chineses respondam com sutileza, e continuem servindo fielmente. Para que diante da perseguição, não tenham medo e não recuem, de modo que conquistem a vitória nesta batalha espiritual”, orienta o ministério.
Crescimento em meio a perseguição
Centenas de cristãos na China foram detidos num domingo, em 2011, quando tentavam realizar um culto. Eles eram membros da Shouwang, uma das maiores igrejas protestantes não registradas, em Pequim
Apesar dos nomes dos novos líderes chineses terem sido anunciados oficialmente este mês, esse processo começou há cinco anos, quando Xi e Li foram ungidos como os sucessores de Hu Jintao e Wen Jiabao, nessa ordem. Todos os anos em decorrência serviram de preparação para que, no tempo determinado, eles possam assumir os postos da liderança do segundo país mais poderoso do mundo.
Há pouco espaço para qualquer mudança significativa repentina na política da China. O que mais se espera de uma nova liderança é que mantenha a continuidade, já que todas as alterações políticas essenciais – com planejamento de longo prazo – são tomadas por consenso, e, portanto, nenhum indivíduo tem o poder de tomar uma decisão importante isoladamente.
No que diz respeito à liberdade religiosa, é provável que a atitude do governo chinês quanto ao crescimento “sem controle” de igrejas casa se mantenha inalterada nos próximos anos. O movimento é composto por igrejas “não-oficiais” que operam fora das áreas controladas pelo governo, como o Movimento Patriótico das Três Autonomias e o Conselho Cristão da China.
Isso explica porque a Igreja Shouwang – que começou como um estudo bíblico caseiro, em 1993, cresceu e tornou-se uma das maiores congregações casa em 2007 – está sendo perseguida pelas autoridades. A igreja possui um piso na Torre de Tecnologia e Daheng Science na área noroeste de Beijing Zhongguancun (distrito tecnológico da China), mas as autoridades impediram o uso da propriedade para cultos. A igreja tem se reunido em um parque por mais de um ano, apesar de esporádica prisão e detenção de seus membros durante os cultos.
Resistência
Autoridades se opõem até mesmo às igrejas oficiais que procuram resistir aos movimentos do governo. Recentemente foi negada a permissão para um protesto público contra o despejo planejado, supostamente ilegal, e a demolição de uma propriedade da igreja pelos desenvolvedores imobiliários, de acordo com informação da China Aid em 26 de novembro.No início deste mês, sete cristãos de uma igreja doméstica na província de Henan foram acusados de participar de atividades de Shouters (Gritadores, em tradução livre), um grupo fundado em 1960, nos Estados Unidos, que foi proibido, em 1980, pelo governo chinês, de cultuar a Deus, segundo a organização China Aid.
Ryan Morgan, gerente regional para o Sudeste Asiático do International Christian Concern, disse: “Nossa única escolha é adorar de forma ilegal e enfrentar a ameaça de assédio, detenção, tortura e prisão. Dezenas de milhões de cristãos na China sofrem com isso hoje. No entanto, as igrejas chinesas parecem ser fortes o suficiente para continuarem a crescer tanto em número quanto em profundidade espiritual em face à perseguição”.
Fonte: www.verdadegospel.com


Testemunho de adolescente cristã toca o coração dos muçulmanos
Publicado em 04.12.2012 - NOTICIA DO QUÊNIA...

Malaika sobreviveu milagrosamente ao massacre de Riketa no início deste ano, quando sua comunidade foi atacada. Cinquenta e duas pessoas, a maioria mulheres e crianças da aldeia Orma, foram mortas e centenas feridas por homens armados da tribo Pokomo, em 22 de agosto.
A aldeia Orma situa-se no distrito do Rio Tana. A maioria das terras do rio Tana são ocupadas e cultivadas pelos Pokomos. A época de estiagem e seca chegou trazendo consigo dificuldade no fornecimento de água para o gado, o resultado disso, foram conflitos violentos entre os grupos da região.
Malaika foi baleada na cabeça e no pescoço e recebeu uma facada na mão e na coxa. O tratamento teve muito sucesso e ela teve alta do hospital em setembro de 2012. No entanto, posteriormente ela começou a sentir dores de cabeça resultantes do ferimento que recebera.
Uma parceira da Portas Abertas do Quênia (ODI), Lea, que serve em uma comunidade de povos não alcançados no Norte do país, hospedou mais de 48 cristãos em sua casa, incluindo Malaika e sua família, desde que os confrontos tribais começaram.
Quando as dores de cabeça persistiram, Lea levou Malaika ao hospital para novas avaliações médicas. Depois de raios-X e uma tomografia, os médicos a encaminharam para um Hospital Provincial.
Uma cirurgia urgente foi recomendada pelo neuro-cirurgião, mas a lista de espera era muito longa. O hospital só tinha data disponível para, no mínimo, duas semanas depois.
Mas, o Senhor graciosamente interveio. Na mesma noite Malaika recebeu instruções do enfermeiro para que não comesse nada.
No início da manhã seguinte, Malaika foi levada para uma cirurgia no cérebro. O cirurgião relatou mais tarde que eles haviam removido um cisto de seu cérebro, onde a bala tinha atravessado e que a operação tinha sido um grande sucesso.A história de Malaika incentivou muitos muçulmanos a buscarem oração dos cristãos.
Lea está muito feliz e grata a Deus por todos os muçulmanos que bateram em sua porta. Ela também expressa sua gratidão à ODI (Portas Abertas Internacional) por apoiar seu ministério de ajudar pessoas como Malaika. Um senhor que teve que fugir por causa dos ataques ficou tão traumatizado que se recusou a voltar para sua casa no delta do rio Tana.
"A Portas Abertas (ODI) tem sido uma bênção e tem nos encorajado como ministério e como família. Estamos felizes com a parceria de vocês. Acredito que tudo o que vocês fazem é motivado por amor a Deus e Seu povo. Só Ele pode recompensá-los!"
Fonte: Portas Abertas 30/11/2012

Amigos e familiares de blogueira cristã são presos no Vietnã


Blogueira vietnamita.jpg
A prisão ocorreu domingo (16 de setembro de 2012), durante evento que reuniu familiares e amigos em memória à morte de Dang Thi Kim Lieng, a mãe de uma blogueira cristã, que ateou fogo em si mesma, no final de julho, em protesto à prisão de sua filha.

Dois seguranças à paisana levaram outra filha de Lieng, Ta Khoi Phung, e cinco amigos em um carro, após a cerimônia de 49 dias desde sua morte, na casa de sua família, na cidade de Bac Lieu.

Eles foram encaminhados a uma delegacia, onde policiais os questionaram separadamente, por quatro horas, sobre um acidente, e acusou-os de tirar fotos de um prédio do governo antes de sua liberação, às sete horas da noite de domingo.

"Prenderam-nos como se fossemos criminosos", disse Phung. Durante o tempo em que ficou detida, a polícia também confiscou seu telefone celular.

Entre os demais obrigados a prestar depoimento, estava o líder cristão Anthony Le Ngoc Thanh e Duong Thi Tan, um blogueiro, já interrogado anteriormente.

A filha de Lieng, Marie Ta Phong Tan deve ir a julgamento em 24 de setembro, acusada de infrações, incluindo ameaça à segurança do Estado. A cristã publicava textos pedindo justiça às minorias religiosas e demais civis que tinham seus direitos violados; questionando práticas do governo comunista, claramente contrário ao cristianismo. "Membros da família irão participar do julgamento", disse Phung.

Seu irmão, Ta Minh Tu, disse que todos os familiares de Marie são vistos como "reacionários" e têm sido "isolados” por causa da autoimolação de sua mãe, em 30 de julho desse ano.

Vizinhos não se atrevem a ter qualquer contato com eles, por medo de que também sofram retaliações por agentes do Estado.

Tu acusou o major-general Do Viet Thang, diretor do Departamento de Segurança Pública de Bac Lieu, de liderar uma campanha de perseguição contra a sua família.



NOTICIAS SOBRE A MORTE DO REV. MOON

Sun Myung Moon, conhecido como reverendo Moon, morreu neste domingo (2 de setembro de 2012) aos 92 anos. Moon nasceu na Coreia do Norte e foi o fundador da Igreja da Unificação. De acordo com a agência de notícias AP, Sun Myung Moon estava internado num hospital próximo á sua residência, em Seul.
A Igreja da Unificação foi fundada por Sun Myung Moon em 1954 na Coreia do Sul. Moon era presidente da Federação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial, conhecida no Brasil como a Associação das Famílias. Ele deixa viúva sua segunda esposa e, ao todo, dez filhos.
Segundo a agência AFP, o movimento, famoso pelas cerimônias de casamento que reúnem milhares de casais, afirma estar presente em quase 200 países e reivindica três milhões de adeptos.
O Segundo Messias
No site oficial da Associação das Famílias está um texto contando a origem do fundador da Igreja da Unificação. “Com a idade de 16 anos teve uma visão na qual Jesus lhe apareceu, enquanto orava na montanha, numa manhã do domingo de Páscoa”, descreve.
“Jesus explicou-lhe que, originalmente Deus O tinha enviado para salvar todos os homens, mas que a sua missão na Terra tinha ficado incompleta devido aos seus contemporâneos não O terem recebido. De agora em diante era a ele, Sun Myung Moon, que incumbia para completar a sua missão inacabada.
Milhares de fiéis compareceram nesta quinta-feira ao principal templo da Igreja da Unificação na Coreia do Sul para se despedir do reverendo Moon no primeiro dos sete dias de condolência à morte deste líder religioso autoproclamado "messias", que morreu na última segunda aos 92 anos. Fiéis de todas as idades se reuniram para prestar suas últimas homenagens ao líder religioso no Centro Mundial da Paz "Cheong Shim" ("mente pura", em coreano), o impressionante templo da seita que possui capacidade de receber 50 mil pessoas e que se encontra sobre uma montanha do condado sul-coreano de Gapyeong, a 60 km da capital Seul.
"Estou muito triste porque o reverendo era como meu autêntico pai", afirmou à agência EFE Bae Heung-Won, integrante deste movimento neocristão que conta com mais de 3 milhões de adeptos em mais de 190 países e que considera Moon como um "verdadeiro pai" da humanidade. Apesar da tristeza nos rostos dos fiéis, não se escutavam prantos dentro do templo e, inclusive, em frente ao altar onde encontrava o corpo do reverendo. Isso porque, a filosofia dos "moonies", como são chamados os seguidores de Moon, recebem a morte não como um motivo de tristeza, mas de alegria.
"No momento da morte, nosso espírito deve se sentir mais alegre e emocionado que uma recém-casada quando visita seu cônjuge pela primeira vez", dizia Moon, que também era reconhecido pela realização de impressionantes casamentos coletivos. Com a solene melodia Arirang - hino extra-oficial do povo coreano - como trilha sonora da cerimônia, o filho mais novo do reverendo e líder da Igreja da Unificação desde 2008, Hyung Jin Moon, coordenou o evento de hoje.
Assim como seu pai, o jovem Moon, 32 anos, "possui uma especial liderança espiritual e um dom para guiar as pessoas", assegurou à EFE o octogenário Bo Hi Pak, mão direita do falecido reverendo e presidente da fundação cultural auspiciada pela Igreja da Unificação. Pak revelou que o altar dedicado a Sun Myung Moon, que permanecerá aberto até a próxima quinta-feira, receberá, além de fiéis, curiosos e veículos da imprensa internacional, o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, e outras autoridades políticas e empresariais.
Concluído esse período de luto, no dia 15 de setembro, será realizado o funeral do reverendo, que será enterrado neste mesmo dia. Dois dias depois, a viúva de Moon, Hak Ja Han, "indicará aos fiéis de todo o mundo as diretrizes que serão seguidas pela seita" após a morte do "messias".
Segundo Pak, a Igreja da Unificação não deve apresentar "grandes mudanças", já que "a morte de Moon servirá para dar ainda mais inspiração e continuidade ao seu trabalho". Já no âmbito econômico, Kook Jin Moon, quarto filho do líder religioso, seguirá à frente do império econômico que a Igreja acumulou desde sua fundação em 1954 sob o conglomerado Tongil Group.
O grupo financeiro de Moon, que abrange desde instituições educativas e veículos de comunicação até uma fábrica de automóveis na Coreia do Norte, também é dono do Seongnam Ilhwa Chunma, o time de futebol com mais títulos no Campeonato Sul-coreano e torcedores (muitos deles fiéis).



CURA GAY
Deputado esclarece divergências em reportagem da Folha
  O deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) lamenta as distorções ocorridas na imprensa sobre o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), do qual é relator, que propõe sustar a aplicação do parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
  Para o deputado, a intenção é dotar os psicólogos de prerrogativa para atender aos pacientes que estejam em conflito com sua sexualidade. Segundo Roberto de Lucena, nenhum paciente, seja ele homossexual, heterossexual, bissexual, transexual, assexual, ou que tenha qualquer outra orientação sexual, deve ser cerceado do direito psicológico, quando voluntariamente buscá-lo, com o objetivo de mudar a sua orientação.
  De acordo com o deputado, a má interpretação do Projeto de Decreto Legislativo causou desconforto e levou a discussão para a esfera religiosa, o que não é o caso.
O termo 'cura gay', para Roberto de Lucena, foi um equívoco da matéria, utilizado de forma pejorativa, em especial por ser o autor da proposta um parlamentar de confissão evangélica, fato que demonstra mais um evidente e claro preconceito.
  Por fim, o parlamentar entende que antes da emissão do parecer ao Projeto de Decreto Legislativo é necessário que o tema seja amplamente debatido no Congresso Nacional com a participação de profissionais da saúde, psicólogos, juristas e de pessoas que buscam tratamento psicológico nesta área e, assim, propôs a realização de audiências públicas quando, de forma democrática, todos apresentarão suas posições e convicções sobre a matéria, dando subsídios ao mesmo para que confirme ou reforme sua posição e aos deputados membros da Comissão de Seguridade Social e Família para votarem a proposta legislativa com segurança.
  Por último, o parlamentar registra que desde sua designação como relator do referido Projeto Decreto Legislativo vem recebendo manifestações e sugestões de psicólogos de todo o país que também questionam a interpretação dada pelo Conselho Federal de Psicologia à Resolução 01/99. O deputado Roberto de Lucena informa que também recebe inúmeras manifestações emitidas por pessoas de todo o país que se sentem infelizes com a orientação sexual vivenciada e que desejam buscar ajuda na psicologia.
  Assim, como o Projeto de Decreto Legislativo alcançará as pessoas de todas as orientações sexuais, o deputado Roberto de Lucena refuta o uso do termo "Cura Gay", pois em nenhum momento tratou-se na proposta legislativa a questão como uma doença, mas que a mesma busca proporcionar aos psicólogos, profissionais por quem o parlamentar tem grande respeito, garantias e condições para atenderem as pessoas que os procuram e que desejam voluntariamente mudar a opção sexual.

Noticia publicada no site CREIO.COM.BR em 01.03.2012